(Matéria do site Portogente)
A semana começa tensa no Rio de Janeiro, já que o navio Angra Star, que está encalhado na Baía de Guanabara, ainda representa grande risco de desastre ambiental. A Marinha recomenda aos comandantes de todas as embarcações que navegam rumo ao Porto do Rio de Janeiro que tenham cautela e mantenham pelo menos 600 metros de distância do Angra Star.
O navio está encalhado e com os tanques cheios de óleo.
Boias de contenção foram colocadas no entorno da embarcação, mas é possível que uma pequena quantidade de óleo tenha vazado antes da intervenção da Marinha. Essas ações têm sido conduzidas pela Capitania dos Portos do Rio de Janeiro desde o último dia 18, envolvendo ainda o Instituto Estadual do Ambiente (INEA).
A Capitania abriu, ainda, um Inquérito sobre Acidentes e Fatos da Navegação (IAFN) para apurar as causas e circunstâncias do encalhe. A previsão de conclusão do IAFN é de 90 dias, sendo o mesmo remetido ao Tribunal Marítimo para julgamento e aplicação das multas cabíveis.
Ainda de acordo com a Marinha, não há como estimar o custo total da operação, que deverá ser ressarcido pelo proprietário da embarcação às empresas, de acordo com o disposto na Lei 7.203, de 3 de julho de 1984.
A semana começa tensa no Rio de Janeiro, já que o navio Angra Star, que está encalhado na Baía de Guanabara, ainda representa grande risco de desastre ambiental. A Marinha recomenda aos comandantes de todas as embarcações que navegam rumo ao Porto do Rio de Janeiro que tenham cautela e mantenham pelo menos 600 metros de distância do Angra Star.
O navio está encalhado e com os tanques cheios de óleo.
Boias de contenção foram colocadas no entorno da embarcação, mas é possível que uma pequena quantidade de óleo tenha vazado antes da intervenção da Marinha. Essas ações têm sido conduzidas pela Capitania dos Portos do Rio de Janeiro desde o último dia 18, envolvendo ainda o Instituto Estadual do Ambiente (INEA).
A Capitania abriu, ainda, um Inquérito sobre Acidentes e Fatos da Navegação (IAFN) para apurar as causas e circunstâncias do encalhe. A previsão de conclusão do IAFN é de 90 dias, sendo o mesmo remetido ao Tribunal Marítimo para julgamento e aplicação das multas cabíveis.
Ainda de acordo com a Marinha, não há como estimar o custo total da operação, que deverá ser ressarcido pelo proprietário da embarcação às empresas, de acordo com o disposto na Lei 7.203, de 3 de julho de 1984.